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Mostrando postagens com o rótulo cartas para olivia
Olivia, demasiado. A palavra que ele escolheu e acolhi. Tuas fotos me lembram 21 gramas. E uma pessoa mastigando uma flor absurda e amarela. Bem devagar. e isso é perto, quase pele. Há tantas curvas já que não sento na calçada. Vêm as formigas numa prosa breve carregando flores. Posso enxergar um funeral mas hoje não.

paint pastel princess.

never is such a harsh word.The dead certainty of never drops all the pastel colors I've chosen. Like faires' clothes I saw once, their laces fall down and I'm gonna last there, at the edge of my green wall, quietly as a worthy wallpaper.
Querida Olivia: A gente só percebe a quantidade de aviões no céu quando eles te impedem de captar os sons que se quer fazer caber dentro da história que se quer contar. E as estrelas que hoje estão azuis e somam mais de dez, essas meu amor, essas emudecem.
Querida Olivia, Estou ouvindo Rachael cantar, over and over and over again e desejando que ela grite. Passamos naquele trecho no centro da cidade e era tão alto que eu podia decidir se queria morrer mais devagar ou contemplar as outras mortes. E eu já disse, havia pássaros. Amarelos, espalhados naquele tom do dia que nem dia é. Deve vir daí a vibe azul, às vezes são bananas, às vezes maçã. "azul escuro sobre trilhos" é como ela lembra dele. A menina do papel, o menino do metrô. Ontem à noite eu engoli um choro que nem veio e o que voltou foi a vontade de te contar sobre meus pesadelos. chá.